Ser bom gestor hoteleiro é um desafio exigente nos dias que correm.

Manter os colaboradores e os clientes satisfeitos num mercado cada vez mais competitivo e em constante mudança pode causar algumas dificuldades na gestão da unidade de alojamento.

Nesta perspetiva, o artigo de hoje elenca os problemas mais frequentes na gestão de uma unidade hoteleira.

1. A ÉPOCA BAIXA

Na época baixa não existe tanta predisposição para viajar, tanto no mercado nacional como internacional, pressionando a gestão hoteleira.

Reservas insuficientes resultam em ocupações baixas e, por conseguinte, em perda de receita. Os preços baixos conduzem a uma rentabilidade escassa dos quartos vendidos. Como se isto não bastasse, a pressão/tentação de baixar a qualidade do serviço prestado para melhorar os resultados operacionais é muito elevada.

2. ELEVADA COMPETIÇÃO

Num mercado que tem crescido consecutivamente em termos de procura turística, mas também de oferta, é cada vez mais difícil que um hotel conquiste o seu espaço.

A maioria das unidades de alojamento oferece tudo (“experiências inesquecíveis”, “um serviço de excelência”) e vende a todos os públicos e mercados, não se conseguindo distinguir. Quando o Hotel não tem a sua Marca e o seu ADN bem definido, tudo se torna mais complicado.

3. SUSTENTABILIDADE

Vivemos num mundo onde os recursos são limitados e as preocupações que daí advêm são partilhadas por cada vez mais pessoas. As unidades de alojamento devem estar sensibilizadas para todas as dimensões que a sustentabilidade abarca pois o seu funcionamento implica o consumo de muitos recursos.

Estas áreas incluem a gestão ambiental (consumo de água e de energia, as novas formas de alimentação, a reciclagem), mas também a área social (promover a inclusão social e divulgar os produtos regionais), a cultural (promover as tradições e usos locais) e a económica (qualidade dos empregos).

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