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A crescente dependência das ferramentas digitais demonstra a forma como o comportamento dos viajantes evoluiu nos últimos anos, acompanhando a massificação dos smartphones e o acesso generalizado à internet móvel. Para muitos turistas, a utilização destas aplicações tornou-se não apenas uma comodidade, mas uma parte indispensável do planeamento e da experiência de viagem.

Noventa por cento dos turistas nacionais utilizam aplicações móveis para se orientarem nos destinos, sendo o Google Maps a mais utilizada. Os dados são de um inquérito realizado pelo IPDT, em parceria com a Soltrópico. A importância do Google Maps na experiência turística tem sido um dos temas mais debatidos pelos especialistas do setor, sobretudo porque a ferramenta deixou de ser apenas um guia de navegação para assumir um papel relevante na escolha de restaurantes, atrações, rotas alternativas e até na gestão do tempo disponível no destino.

O mesmo estudo revela, em contrapartida, que apenas 40 por cento dos turistas portugueses recorrem a mapas físicos do destino. Um resultado que vai ao encontro da crescente digitalização da informação disponível.

Considerando ainda as atitudes no destino, 91 por cento dos portugueses revelam que se tiverem dúvidas sobre sítios a visitar recorrem normalmente a APP’s e recomendações na internet. Não obstante esse comportamento, 7 em cada 10 inquiridos assumem também recorrer aos Postos de Turismo para validar essas informações. Este dado demonstra que, apesar da digitalização, o contacto humano continua a desempenhar um papel importante, sobretudo quando se pretende obter esclarecimentos detalhados ou recomendações mais personalizadas.

O estudo revela ainda as intenções de férias dos turistas nacionais para 2020, sendo que 89 por cento dos sujeitos da amostra pretendem viajar este ano. A predisposição para viajar mantém-se elevada e confirma o dinamismo do turismo nacional, acompanhado por uma maior procura de experiências organizadas com recurso a ferramentas digitais.

O perfil dos respondentes revela que 75 por cento são mulheres, sendo 48 por cento casados ou em união de facto. Verifica-se que 71 por cento possuem como habilitação o ensino superior. Relativamente à faixa etária, predominam os indivíduos da geração millennial com idades entre os 18 e 40 anos.

A recolha de dados do estudo decorreu entre 19 de novembro e 3 de dezembro de 2019, com a aplicação de um questionário promovido através de uma campanha online. Obtiveram-se 518 questionários válidos, o que permitiu traçar um retrato representativo das preferências, comportamentos e tendências dos turistas nacionais.

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